Nesta publicação venho partilhar contigo dez mantras, alguns deles criados por mim, que constituem o meu suporte básico de vida em termos de saúde das cinco dimensões e de tranquilidade e alinhamento.
Porém, antes de iniciar esta partilha que, assim espero, te traga tantos ou mais benefícios que a mim, vamos, em primeiro lugar, definir a palavra mantra e, em seguida, esclarecer o que a utilização de mantras pode ou não fazer pela nossa felicidade.
No próximo artigo, falarei mais sobre o conceito de visão da alma que constitui a base onde assento todo o meu trabalho de coaching e mentoria, assim como os meus programas.
Posso, porém, adiantar que os mantras que poderás ler em seguida podem ajudar a tua mente a abraçar, fortalecer, solidificar e confiar na visão da tua alma, assim como também na sua missão e no seu propósito.
Uma das duas grandes forças que move a humanidade, a alma, proporciona-te uma visão clara, intuitiva, contributiva, expansiva e evolutiva, mas faz-te ver aquilo que por vezes te tira da tua zona de conforto, aspeto que te pode fazer entrar em conflito com a visão proveniente do ego que, por sua vez, se revela mais receosa, contrativa, individualista, restritiva e até mesmo sedentária.
Por isso, confiar no que a alma vê pode ser assustador. Os 10 mantras que compartilho aqui permitem à tua mente compreender que se pode expandir em segurança, e assimilar que há mudanças que lhe podem trazer, embora, talvez, à primeira vista não pareça, muitíssimos mais benefícios do que danos.
O que é um mantra?
Trata-se de uma fórmula ou expressão que se pronuncia repetidamente visando alcançar um estado de relaxamento, contemplação e meditação. A palavra Mantra tem a sua origem no idioma sânscrito, e é composta pelas sílabas man (pensamento) e tra, (Controlar/proteger).
Poderá então dizer-se que se trata da arte de conduzir, controlar e proteger a mente (pensamento), através de uma fórmula, frase, palavra ou de um texto de oração. Embora a origem dos mantras esteja estritamente ligada ao hinduísmo e ao budismo, ela foi, por via do sincretismo religioso e cultural, alargada também a outras práticas religiosas e espirituais.
Nas práticas de meditação, a utilização de mantras pode também ser um auxílio à concentração.
No contexto das práticas de desenvolvimento pessoal, e nomeadamente no caminho transpessoal e de autoconhecimento da "visão da alma", os mantras podem ser sugeridos no sentido de ajudar o processo de cura a avançar.
Eles nos ajudam "controlando" os pensamentos limitadores, "contemplando" as manifestações que desejamos ver materializadas, moldando as exigências do ego e acalmando a mente quando ela sente insegurança e desconforto face aos seus processos de evolução, autoconhecimento, sanação de traumas, resgate do empoderamento e libertação da dor.
Mantras não são
Substitutos para um trabalho mais abrangente de cura de traumas; fórmulas religiosas que visam reduzir ou manipular fragilidades cerebrais; apenas para praticantes do hinduísmo, budismo ou outras religiões consideradas orientais; compostos apenas por orações; indicados como fórmulas a decorar-se sem se compreender o seu sentido.
Mantras podem ser, sim - e é o caso dos que partilharei em seguida -, parte integrante da prática das declarações intencionais, e a sua utilização pode, de uma forma ativa, auxiliar o nosso sistema cerebral a mudar o seu foco para o que nos faz evoluir.
Lista dos mantras
- . Eu confio na vida;
- sou profundamente amada e respeitada pela vida/por Deus/pelo universo;
- eu estou seguro/a;
- tudo está a acontecer quando e como deveria;
- eu confio no processo que estou a atravessar;
- eu irradio e vibro amor incondicional;
- eu escolho perdoar-me por tudo que fiz e por tudo que não fiz;
- eu escolho perdoar os outros por tudo o que fizeram e por tudo o que não fizeram;
- escolho viver em total abundância e alinhamento com a visão e o propósito da minha alma;
- eu entrego, confio, aceito e agradeço!
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